Publicado por: protouro | 22 de Maio de 2018

O Nepotismo da Autarquia de Vila Franca de Xira

Que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira desbarata resmas de dinheiro do erário público em tauromaquia não é novidade para ninguém.

O que é novidade é que esta autarquia tenha celebrado um contrato de aluguer de touros no valor de 56.000 euros com uma empresa que dá pelo nome de Contaleve, Lda e que está registada com o objecto social de administração de condomínios, actividades de contabilidade e auditoria e consultoria fiscal.

contrato aluguer touros vfx

Se alugar touros a uma empresa de administração de condomínios é no mínimo estranho, mais estranho ainda é que o apelido do segundo outorgante do contrato Augusto Carvalho da Costa Levezinho seja o mesmo do tipo que gere a praça de touros da vilória (Ricardo Levezinho).

Este contrato cheira a esturro e a escolha desta empresa em detrimento da anterior (Colina Fresca Agro-Pecuária, Lda) cheira e de que maneira a corrupção e nepotismo!

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Pelos touros em liberdade

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Publicado por: protouro | 19 de Maio de 2018

“Prótoiro” Paga Publicação Difamatória

O “Diário de Notícias” publicou um artigo intitulado “Activista antitaurino expulso do Campo Pequeno”.

O artigo refere-se ao salto para a arena da catedral de tortura feito por Peter Janssen no passado dia 17.

Sem nunca referir o nome do abolicionista o artigo tem a distinta lata de afirmar que o holandês é violento, feriu várias pessoas nas suas acções de protesto e tem um mandato de detenção em Espanha.

17.5.2018 campo pequeno

Isto é aquilo a que se chama jornalismo difamatório porquanto acusa sem apresentar quaisquer provas.

Mais uma prova que o “Diário de Notícias” bateu no fundo, mais uma prova que certos jornalistas que escrevem neste pasquim foram comprados pela “prótoiro”.

O jornalista que escreveu esta trampa deveria ser demitido imediatamente por publicar afirmações que são manifestasmente falsas. O Peter Janssen não é violento, bem pelo contrário, a violência provém sempre do lado dos tauricidas e aficionados que em diversas ocasiões o agrediram brutalmente, ou já se esqueceram do que aconteceu há dois anos no Campo Pequeno?

Quanto ao mandato de detenção em Espanha, alguém nos explique, porque é que no passado dia 13 o Peter saltou à arena da praça de tortura de Valladolid foi detido pela Guardia Civil no acto e libertado imediatamente após?

Se o tal mandato existe então porque é que a Guardia Civil não o fez cumprir?

Mas alguém ainda tem dúvidas que o jornalismo de merda do “Diário de Notícias” tem os dias contados!

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Pelos touros em liberdade

Publicado por: protouro | 11 de Maio de 2018

Os Ranhosos da “Prótoiro” Não Desistem

Depois do apoio dado ao chamado movimento “Coimbra dos Estudantes” com a única finalidade de manterem viva uma barbaridade de acéfalos, eis que a “prótoiro” apoia agora o chamado movimento dos “Estudantes por Évora” para garantir que a garraiada seja mantida.

Após uma larga maioria de estudantes ter aprovado a realização de um referendo quanto à manutenção ou não da garraiada este falso movimento – que só encontra apoio no núcleo de estudantes da agrária – decidiu que independentemente do resultado do mesmo a garraiada se realizará no dia 26 de Maio.

A “prótoiro” é sem dúvida uma seita cancerosa que não olha a meios para atingir os fins, nem que para isso tenha que gastar uma pipa de massa pagando a estudantes para tentar evitar o inevitável, mas o mais caricato da questão é quando esta gentuça acusa o PAN – Pessoas Animais e Natureza de se imiscuir em assuntos académicos quando eles fazem exactamente o mesmo, já que no mesmo dia em que a Assembleia Magna levava a votos a realização do referendo teve lugar uma sessão de esclarecimento sobre o bem-estar animal em garraiadas com os vets do costume e o palhacito da “prótoiro”.

protoiro universidade evora

Todos eles acreditam que os animais participantes em garraiadas não sofrem e são muito bem tratados, tal como todos eles acreditam que os bovinos forçados a participar em touradas não sofrem porque são dotados de mecanismos super especiais que evitam que sofram.

Nós só podemos dizer que toda esta gentalha deveria ser posta numa arena e ser bandarilhada porque francamente é a única forma de entenderem que os bovinos são seres sencientes e como tal sentem angústia, medo, sofrimento e é exactamente por isso que quando colocados num ambiente hostil se defendem como podem e essa defesa passa por atacar quem os tenta magoar.

Se as touradas não fossem uma verdadeira arte de enganos como eles próprios afirmam em vez de milhares de bovinos mortos teríamos centenas de tauricidas a fazer tijolo!

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Publicado por: protouro | 7 de Maio de 2018

“A paixão dos toiros num cenário de filme”

Este é o título de um extenso artigo publicado pelo “Diário de Notícias” que tem como única e exclusiva finalidade branquear o sórdido negócio dos criadores de bovinos. Bovinos esses que são torturados num espectáculo medieval que ainda perdura neste país em 2018 graças aos deputados corruptos que se vendem por dez réis de mel coado à tauromáfia.

Negócio esse que só sobrevive graças ao assalto aos bolsos de todos nós, ou seja, através de subsídios escandalosos que são roubados literalmente dos impostos que todos nós pagamos.

O artigo é dedicado à ganadaria Murteira Grave e afirma entre outras coisas que na herdade da Galeana os touros vivem livres e felizes até ao dia em que demonstram toda a sua bravura numa arena.

murteira grave

A meio do artigo com quilómetros de parvoíces o veterinário e proprietário da herdade Joaquim Murteira Grave diz e citamos:

“É uma questão de preservação de uma espécie e de todo um ecossistema. Se não houver lide não haverá toiro de lide, porque há animais muito mais eficientes a produzir carne. Quando me perguntam se tenho pena dos animais, tenho, e é exatamente por isso que defendo o toiro bravo; tenho pena dos cães que vivem em apartamentos nas cidades, capados por egoísmo dos donos e que vão fazer chichi às 16.20, quando o dono pode. Aqui os toiros têm uma vida de luxo, nenhum outro bovino tem a vida que aqui vê.”

Mas a senilidade precoce não o impediu de vocifrar mais enormidades e voltamos a citar:

“O que não significa que nós, homens, não tenhamos deveres para com eles. Mas eu costumo dividir os animais em três categorias: os de companhia, a quem devemos afeto, amor, que é o que eles nos dão também; os domésticos, aos quais devemos proporcionar boas condições de vida para que nos deem a carne, o leite, a lã, os ovos; e os selvagens, a quem devemos a manutenção dos ecossistemas onde vivem para que não desapareçam. O toiro bravo não está em nenhuma destas categorias. É um animal essencialmente bravo, o que significa que põe o valor intrínseco do seu combate acima da sua própria dor. Os animais não são masoquistas: se tiverem uma dor horrorosa não repetem. A bravura do toiro é o que legitima intelectualmente a corrida, não vamos fazer uma corrida com um animal que não o toiro bravo. A questão é que os animalistas transportam aquilo para o seu cão ou gato e não querem vê-lo com um par de bandarilhas! Mas ninguém quer (sic).”

Portanto para este tipo os animais estão divididos em três categorias e como o touro não se insere em nenhuma delas é caso para dizer que o homem ensandeceu já que deve pensar que o bovino a que ele chama touro de lide é uma coisa ou seja, não tem senciência e como tal não experiencia dor, sofrimento, medo e etc.

Se este fulano ao invés de ter obtido o diploma num vão de escada fosse um verdadeiro veterinário, saberia, que todos nós somos animais e como tal, todos experienciamos dor, sofrimento, medo, etc., mas não este gajo é somente um verdugo que vive à pala dos subsídios dos contribuintes nacionais e europeus!

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Publicado por: protouro | 6 de Maio de 2018

Cerca de 700 Acéfalos na Garraiada dos Estudantes de Coimbra

Se fossem necessárias mais provas que a garraiada da Queima das Fitas sempre foi um verdadeiro fiasco e que a maioria dos estudantes da academia não se revêem em práticas bárbaras, a deste ano, organizada por uns quantos acéfalos com o apoio da “prótoiro” e de um grupo de forcados prova isso mesmo.

Nem a introdução de novidades tais como a oferta de 50 finos e um barril de cerveja motivaram a participação na mesma, uma vez que dos cerca de mil e poucos que votaram a favor da manuenção da barbaridade, só cerca de 700 estudantes trogloditas estiveram presentes.

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E provavelmente se calhar muitos deles eram somente bêbedos vestidos de capa e batina à procura de ganhar a prometida cervejola.

A barbárie tauromáquica aproxima-se a passos largos do fim e quando tal acontecer a única coisa que se extingue são os tauricidas e os aficionados.

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Publicado por: protouro | 3 de Maio de 2018

Açores – A Tauromáfia e a Obsessão pela UNESCO

António Ventura deputado do PSD pelos Açores na Assembleia da República defendeu o registo da tourada à corda como património imaterial da UNESCO.

antonio ventura psd acores

Segundo o dito cujo a tradição da tourada à corda está patente e citamos: “Na origem dos usos e costumes, nas expressões linguísticas, na história, nas festas locais, nas lendas e narrativas, no nosso quotidiano social.
A tourada à corda representa um cartaz de promoção e valorização da Ilha Terceira e dos Açores, cujo reconhecimento tem sido várias vezes manifestado fora da Região.

É uma manifestação taurina popular que atrai milhares de visitantes às nossas freguesias durante grande parte do ano, principalmente às da Ilha Terceira.

Enquanto atividade que utiliza animais, está regulamentada perante as mais recentes exigências de bem-estar e proteção animal, pelo que importa repudiar populismos e demagogias, que por vezes atentam contra a tourada à corda”.

Eis o “bem-estar” animal a que ele se refere:

tourada corda acores

Este tipo tem sem dúvida os neurónios queimados porquanto a tourada à corda não representa nenhum cartaz de promoção das ilhas, antes pelo contrário, muitos turistas acabam por não visitar os Açores devido a esta prática bárbara.

Afirmar que as touradas à corda promovem turismo é pura demagogia, porque como todos nós sabemos, quem se diverte a abusar bovinos são os indígenas por isso só mesmo um gajo com uma lata descomunal para pretender que esta barbaridade seja património imaterial da UNESCO!

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A Misericódia de Santarém proprietária da praça de tortura da cidade accionou judicialmente a câmara por uma dívida de cerca de 50.000 euros referente a touradas organizadas pelo ex-presidente Moita Flores.

moita flores

A Misericórdia alega que a autarquia lhe alugou a praça de touros para a realização das touradas de 3, 7 e 10 de Junho de 2007 e que também usou o recinto para a tourada de 8 de Setembro de 2008 durante o 48º Festival Internacional de Folclore Celestino Graça.

Contratos não existem porque a Misericórdia confiou na boa-fé e honra de todos os intervenientes.

Ou seja a Misericórdia acreditou num acordo de cavalheiros onde a palavra dada seria cumprida. Estranho porque como todos nós sabemos esse tipo de acordos é inexistente quando falamos da máfia tauromáquica.

Calotes à parte, o que importa realçar nesta disputa que será decidida pelo tribunal e paga por todos nós, é que um ex-inspector da polícia judiciária que enquanto tal jurou investigar e proteger o país de criminosos se tenha convertido num deles no momento em que entrou na política.

E assim vai este país de brandos costumes onde os autarcas que gerem as câmaras que apoiam a tauromaquia são uma cambada de corruptos!

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Publicado por: protouro | 29 de Abril de 2018

Universidade de Coimbra Promove Debate Patrocinado Por Ganadaria

Filipe Albuquerque Matos e Mafalda Miranda Barbosa professores de direito na Universidade de Coimbra foram intervenientes num debate patrocinado por uma ganadaria de touros de lide onde sem qualquer pudor defenderam o indefensável.

Filipe Albuquerque Matos afirmou que os animais são coisas e nunca passarão de coisas digam os textos legais o que disserem e a lei que criminaliza os maus tratos aos animais é um retrocesso civilizacional. Para ele os animais tornaram-se uma religião apesar de vivermos num estado laico.

felipe albuquerque matos

Mafalda Miranda Barbosa defensora da tortura tauromáquica teve a distinta lata de afirmar e citamos:

“A natureza do touro destina-o à lide, sem touradas extinguir-se-ia e as mais recentes alterações à lei admitem o seu possível sofrimento em nome da fruição cultural e artística do ser humano”.

mafalda miranda barbosa

Palavras para quê?

Estes dois aficionados com cara de bimbos demonstraram ao país o tipo de doutores que a universidade mais prestigiada produz e são estes calhaus com pernas pagos por todos nós que ensinam os futuros doutores!

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Publicado por: protouro | 27 de Abril de 2018

Mais Baboseiras da “Prótoiro”

O jornal “Público” deu ontem à estampa um artigo intitulado “Podem os tribunais proibir touradas? Está aberto o debate”.

De acordo com o mesmo, Fernando Araújo professor da Faculdade de Direito de Lisboa com um vasto currículo  na área do estatuto jurídico dos animais defendeu uma tese numa acção de formação do Centro de Estudos Judiciários, na qual afirmou a propósito da lei que considera os animais como seres vivos dotados de sensibilidade o seguinte e citamos:

“É evidente que deixa de ser possível haver espectáculos baseados no sofrimento de seres vivos dotados de sensibilidade. Todas as normas que se opuserem a isto estão implícita ou explicitamente revogadas.

A “revolução” precisa, porém, de soldados: os juízes que nos tribunais poderão vir a proibir os espectáculos tauromáquicos caso a caso com base nesta interpretação da lei, isto se as associações de defesa dos animais vierem a interpor providências cautelares para impedir corridas de touros aqui ou acolá”.

Fernando Araujo

Tal tese foi o bastante para a federação da trampa vir a terreno afirmar que o debate está encerrado, porque a tauromaquia está protegida pela legislação portuguesa e o Estado tem de garantir o acesso de todos às touradas enquanto actividade cultural integrante do património português e que se as mesmas fossem proibidas tal seria inconstitucional.

A “prótoiro” continua a pensar que mentiras repetidas à exaustão se tornam verdades e deve pensar também que somos todos parvos magistratura incluída.

Já o dissemos várias vezes e voltamos a repetir a tauromaquia não é nenhuma actividade cultural integrante do património português, porque caso o fosse, o Capucha não tinha embolsado 200.000 euros do OPP para tentar integrá-la e também não está protegida constitucionalmente porque a cultura a que a CRP se refere é a verdadeira cultura, e não uma culturazinha popular que é o modo de vida de uns milharzitos de mentecaptos.

Portanto o debate não está encerrado, bem pelo contrário, isso só acontecerá no dia em que as touradas forem abolidas até lá o debate está aberto e os tribunais também.

Vamos lá entrar com providências cautelares e ver o que acontece.

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Publicado por: protouro | 22 de Abril de 2018

Comissão de Protecção de Menores Verga-se à Tauromáfia

A presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens recebeu em audiência Luís Capucha presidente da Associação de Tertúlias Tauromáquicas, Marco Gomes o stôr de matemática,criador do clube tauromáquico da escola de Alter do Chão e três crianças a Sofia, a Carla e o Tomás, jovens aficionados que pertencem ao Clube Tauromáquico da referida escola.

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A referida audiência teve como finalidade única e exclusivamente fazer queixinhas das associações anti-touradas porque segundo o Capucha nós perseguimos a tauromaquia como forma de impedir os cidadãos de educar os seus filhos como bem entendem.

Nós somos tão maus, mas tão maus que de acordo com o dito cujo e citamos:

“Mesmo quando se trata de meras aulas de toureio ou treinos de forcados, com reses de tamanho adequado à função de aprendizagem, ou quando nem sequer se prevê a presença de animais nesses eventos, mas apenas toureio de salão, ou ainda de meras “festas camperas” organizados por Tertúlias ou Clubes Taurinos, têm aparecido sistematicamente (obra de profissionais da mentira e da manipulação) as falsas denúncias. Visando prejudicar os organizadores e criar a imagem totalmente errónea de que se colocam crianças em risco, a verdade é que acabam por causar incómodo às forças de segurança, às Comissões Concelhias de Proteção de Crianças e Jovens e a outras entidades, que se vêm constantemente mobilizadas para correr atrás de falsos alarmes, por vezes em situações que se tornam ridículas e as expõem a esse ridículo.

os Grupos anti-taurinos fazem denúncias sobre festas em que há toureio de salão e representa que essas associações trazem o estado aprisionado, porque depois obrigam a policia a actuar, a CPCJ, as câmaras…, toda a gente a actuar, portanto o Estado aprisionado, a gastar dinheiro e a preocupar-se com denuncias que na maior parte são falsas em vez de se preocuparem com outras coisas bem mais importantes”.

Este gajo é sem dúvida um grande aldrabão e manipulador barato, porque as denúncias das quais ele se queixa, não são persecutórias, nem mentirosas mas sim situações em que de facto os pais ao colocar em risco a vida dos seus filhos perdem o direito de os educar como bem querem.

Só para dar um exemplo o caso do Tomás Moura de 10 anos anunciado para participar numa tourada num claro desrespeito pela lei e que caso não fossem as nossas denúncias tê-lo-ia feito.

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E como a idiocia não conhece limites este tipo ainda tem a distinta lata de afirmar que o estado gasta dinheiro com as nossas denúncias, esquecendo-se convenientemente, que o governo lhe encheu o bolso com 200.000 euros do orçamento participativo de Portugal para que a tauromaquia seja declarada património cultural de Portugal e que o estado, ou seja todos nós, quer queiramos quer não, pagamos com os nossos impostos milhões em subsídios para manter vivo um negócio sangrento e próprio de um sociedade que ainda vive na era das trevas.

Quanto ao resultado de tal reunião e ainda de acordo com o Capucha de ora em diante antes de actuar:
“A CPCJ perguntará aos responsáveis pela festa, para que antes de alocar meios, antes de despender recursos com falsas denúncias, saber o que efectivamente se passa”.

Com esta “sábia” decisão a CPJC prova que não tem a mínima competência para proteger menores, uma vez que põe nas mãos dos criminosos os meios para efectuar o crime o que significa, que todos os menores envolvidos nestas práticas bárbaras podem doravante acabar no hospital ou na morgue!

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