Publicado por: protouro | 1 de Maio de 2018

Calote de Moita Flores Põe Câmara de Santarém a Contas com a Justiça

A Misericódia de Santarém proprietária da praça de tortura da cidade accionou judicialmente a câmara por uma dívida de cerca de 50.000 euros referente a touradas organizadas pelo ex-presidente Moita Flores.

moita flores

A Misericórdia alega que a autarquia lhe alugou a praça de touros para a realização das touradas de 3, 7 e 10 de Junho de 2007 e que também usou o recinto para a tourada de 8 de Setembro de 2008 durante o 48º Festival Internacional de Folclore Celestino Graça.

Contratos não existem porque a Misericórdia confiou na boa-fé e honra de todos os intervenientes.

Ou seja a Misericórdia acreditou num acordo de cavalheiros onde a palavra dada seria cumprida. Estranho porque como todos nós sabemos esse tipo de acordos é inexistente quando falamos da máfia tauromáquica.

Calotes à parte, o que importa realçar nesta disputa que será decidida pelo tribunal e paga por todos nós, é que um ex-inspector da polícia judiciária que enquanto tal jurou investigar e proteger o país de criminosos se tenha convertido num deles no momento em que entrou na política.

E assim vai este país de brandos costumes onde os autarcas que gerem as câmaras que apoiam a tauromaquia são uma cambada de corruptos!

Prótouro
Pelos touros em liberdade

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