Publicado por: protouro | 24 de Fevereiro de 2017

Aficionados Desacreditam a “Prótoiro”

A propósito do Bullfest vários cronistas tauromáquicos não tiveram qualquer problema em desancar a “prótoiro”.

bullfest

Hugo Calado por exemplo escrevinhou numa crónica intitulada “Bullfest…? Eu direi sempre Festa dos Touros” o seguinte e citamos:

“Na divulgação escrevia-se que era intenção deste evento abrir a festa brava a outros públicos (mas já não deveria estar?), pois durante um dia inteiro vi as pessoas de sempre, portanto é como um jogo de cartas, baralha-se, parte-se e volta-se a dar!
O que faltou? Faltou mais divulgação, pois se houve publicidade nos meios de comunicação generalista, contudo e mais uma vez, esta foi muito pouca. Na imprensa da especialidade houve alguma, mas como a Protoiro não tem mostrado consideração por pessoas que 365 dias por ano promovem a festa, a imprensa da especialidade (pelo menos alguma), continua sem dar grande destaque à Protoiro e suas atividades de “promoção” da festa.
Não sei quanto tempo demorou a preparar este evento, certamente algum, mas da maneira que foi executado, e muita gente o comentava, parece que foi feito em cima do joelho e direcionado para vender merchandising e fazer fliers e bandeirolas da marca touradas!”

Outro cronista que também ataca a “prótoiro” é a Solange Pinto e voltamos a citar:

“A comunicação da Prótoiro face ao ‘exterior’, é deficitária, paupérrima e pior, creio que fazem questão que seja assim. Apresentou-se com pompa e circunstância a marca ‘Touradas’, mas não se chamou a imprensa, para que em primeiríssima mão, tomasse conhecimento da existência do festival, dos seus objectivos e metas e para que à nossa escala e possibilidade, ajudássemos na divulgação. Pois bem, esta foi a primeira imagem passada deste evento: núcleo fechado! A Federação sempre se afinou por este diapasão. A penumbra e o circuito apenas aberto a quem é ‘imposto’ que contribua com uma parcela dos seus cachets… A imprensa, da especialidade ou generalista, surge muito depois dos factos consumados, como uma tábua de salvação, a quem imagine-se, quando pedida entrada, se sugeriu que desse um donativo de 20 euros… Tudo louco ou quê? A mesma imprensa que não serve para dividir os anseios e trabalhar em conjunto na promoção do evento, serve para fazer donativos? Mau! Além de falta de bom-senso, é um tiro nos pés sem precedentes. A imprensa divulga, não paga! Paga, com trabalho, com meios e com seriedade.

Dizem os números oficiais da Prótoiro, que passaram pelo Bullfest, cerca de 13 mil pessoas e aqui é que a coisa se torna ainda mais preocupante. Sim, porque os horários dos eventos não serem respeitados, isso, lamente-se, é bem à portuguesa e aqui, a não houve ideologia estrangeira que valesse como exemplo… O que sim é preocupante, é pensarmos, que percentagem das 13 mil ‘cabeças’ foram ao evento pago, na praça de touros da capital?

Li opiniões que contaram o sucesso do evento. Mas onde? Como é que um tauródromo/evento, num dia em que ali passam 13 mil pessoas, apenas e na melhor das hipóteses, ali consegue meter 4 mil (estou a ser simpática para que não me acusem de ser má língua) pode regozijar-se de evento de sucesso? Repito a pergunta. Está tudo louco?”

Estes são só dois exemplos que corroboram que o Bullfest foi um fiasco total porque há mais muitos mais. O único cronista que elogiou o evento e o apelidou de sucesso foi o Miguel Alvarenga mas tal não espanta já que o gajo é pago pelo Campo Pequeno e pela “prótoiro” para escrever aldrabices.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

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