Publicado por: protouro | 5 de Janeiro de 2016

Um Assassino Chamado Hemingway

Ernest Hemingway é um dos personagens supostamente cultos que os aficionados adoram referenciar sempre que tentam justificar que a tortura é cultura já que o energúmeno defendia touradas.

No entanto, provavelmente, muitos deles desconhecem que este tipo execrável era um fanático de armas e sentia prazer em matar.

hemingway

Durante a libertação de Paris, Hemingway foi nomeado correspondente de guerra da revista Collier mas ao invés de actuar como repórter estava mais interessado em agir como soldado, e mesmo sabendo que como jornalista não podia andar armado tinha sempre consigo uma pistola de grande calibre.

O grupo de soldados que ele acompanhava para escrever as suas crónicas um dia capturou um soldado alemão que não teve tempo de fugir. De acordo com o oficial americano Mowinckel presente no momento da captura, o soldado alemão não possuía qualquer informação útil no entanto, Hemingway queria levar o soldado para o seu quarto para poder torturá-lo e fazê-lo falar. O método de tortura consistia em tirar-lhe as botas e queimar-lhe os pés com uma vela. Tal não aconteceu porque o militar americano não permitiu.

Mas este não foi um caso isolado, em Agosto de 1949, Hemingway escreveu um carta ao seu editor Charles Scribner, onde relatou que tinha feito prisioneiro um soldado alemão e embora o soldado lhe tenha dito que se ele o matasse estaria a violar a Convenção de Genebra o escritor não hesitou em matá-lo com três tiros no estômago e um na cabeça. Na sua carta afirmou : “O cérebro saiu-lhe pelo nariz ou pela boca”.

No ano seguinte Hemingway declarou com orgulho que tinha feito um cálculo e que podia afirmar com precisão que tinha morto mesmo sem ser soldado 122 alemães.

Se a declaração deste tipo quanto ao facto de ter morto 122 alemães é verdadeira ou um exagero de uma mente toldada pela ingestão de bebidas alcoólicas jamais saberemos mas a verdade, é que este tipo que os aficionados tanto idolatram era um amante de sangue e morte e infelizmente até ter estoirado os miolos nunca foi julgado e condenado por todos os crimes que cometeu contra seres sencientes.

Prótouro
Pelos touros em liberdade


Responses

  1. Esse Hemingway… quando percebeu quem era, matou-se.
    E dos outros, os que são usados pela gentinha da afición para pára-raios, o Picasso, o Dali, o Miró e os outros, nenhum foi grande coisa enquanto pessoa, muito menos enquanto homem. De resto, está mais do que visto que a afición taurina não tem argumentos, só tem ameaças e golpes cobardes. A tauromáfia dança a dança das baratas tontas.
    Até usam o pobre do Goya, que a História nos diz ter sido um dos primeiros grandes anti-touradas da Espanha e que deixou as “corridas” gravadas de forma critica, de tal forma as reprovava.


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