Publicado por: protouro | 4 de Outubro de 2015

Aficionados Tentam Censurar-nos

Perante a impotência que sentem em nada poder fazer contra as verdades que são escritas neste blogue relativamente ao mundinho asqueroso em que vivem, os trogloditas aficionados não encontraram nada melhor que fazer, que denunciar ao Dailymotion o vídeo que mostra como ao fim de poucos minutos um tauricida deixou um touro paraplégico.
Como resultado o vídeo inserido no artigo “A “Arte” de Tourear” foi removido.

Se a tauromáfia pensa que ao denunciar vídeos nos cala está muito enganada porque tal jamais acontecerá.

Além disso, deram um tiro nos pés, porque muita gente não abre vídeos mas toda a gente vê fotos portanto aqui vai uma descrição gráfica do que aconteceu no dia 19 do passado mês na praça de tortura de Logroño, Espanha.

O tauricida espeta uma bandarilha na coluna vertebral do touro e este cai imediatamente.

touro paraplegico

Por duas vezes o animal tenta levantar-se sem conseguir uma vez que a bandarilha o deixou paraplégico.

touro paraplegico1

A sua agonia termina quando os energúmenos o matam recorrendo ao uso da puntilla (pequeno punhal).

touro paraplegico2

O vídeo que estes mafiosos não querem que ninguém veja está disponível  no seguinte link:
touro paraplégico

Prótouro
Pelos touros em liberdade


Responses

  1. Agradeço a todos aqueles que valorizam a vida. No passado os humanos eram barbarizados e mortos nas arenas, mas, como faziam muito barulho e davam luta, alguns que se dizem humanos acharam piada em engordar bois, chamaram-lhe de touros e colocaram nas arenas em espectáculo de sangue, porque afinal é o que vende ainda hoje para alguns bipedes , ou seja, espectáculo e sangue. Quem sabe um dia a moda de levar bipedes para as arenas até à morte não pegue de moda!

  2. FILH…DE UM GRANDE PUT….. NÃO PODEM SER HUMANOS QUEM FAZ UMA COISA DESTAS A UM ANIMAL INDEFESO . SÃO OBVIAMENTE MONSTROS ENVIADOS POR SATANAS,

  3. Eu vi esse vídeo, até hoje foi das coisas que mais me chocou, chorei sentidamente, como se vivesse a própria agonia do animal, não consigo entender a mente humana, como se pode apreciar um ser indefeso a ser continuadamente torturado? O que aconteceu com esse pobre animal vem, afinal, contrariar o argumento dessas bestas humanas em que dizem que o animal quando é espetado não sente dor. Peço perdão a todos os animais vitimas da crueldade do ser humano.

  4. BRAVO, PRÓTOURO, PELOS TOUROS EM LIBERDADE, LIVRES DA TORTURA TAUROMÁQUICA! A VOSSA INFORMAÇÂO É IMPRESCINDÍVEL, PRECIOSA! OBRIGADO!

  5. …DEVIAM ERA ESPETAR A BANDARILHA NA COLUNA DO TOUREIRO!!!!!!!!!!!!! GRANDE VERGONHA NACIONAL!!!!!!!!!!!!

  6. O semi-aficionado de touradas Joel Neto

    Joel Neto publicou recentemente no Diário de Notícias um texto intitulado Tauromaquia, onde diaboliza, e muito bem, as touradas de praça e endeusa, e muito mal, as de corda.

    Antes de demonstrar que Joel Neto asneirou, quero dar os parabéns por, finalmente, ter reconhecido que na tourada de praça o touro é massacrado. Mas como ainda no seu íntimo há uma pontinha de “afición” encontra “galhardia numa pega de caras”, depois do touro já se ter esvaído em sangue e de estar a pouco tempo de ser morto no matadouro.

    Concordamos com Joel Neto que o grau de barbaridade numa tourada à corda é menor do que numa de praça. Contudo, as justificações apresentadas pelo senhor Neto para demonstrar a bondade para o touro das touradas à corda não passam de um chorrilho de asneiras, algumas muito comuns a todos os adeptos das touradas e outras originais da lavra de um ou mais professores universitários do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores completamente desacreditados.

    Não vamos perder muito tempo, mas dizer que numa tourada à corda o que acontece é apenas isto: “O animal é preso a uma trela e passeado estrada fora” não passa de tolice pegada. O senhor Neto por acaso não vê, ao vivo ou nos famosos vídeos das marradas, touros ensanguentados, touros que ficam feridos e outros que por vezes morrem ao embaterem em muros e outras vedações?

    Outra justificação característica dos aficionados da “tortura suave” é a de que enquanto o touro é respeitado, as pessoas é que se lixam. Vejam o que diz o senhor Neto:” Mas, no fim, é ele quem mais se diverte, ceifando bêbedos e debruçando-se às varandas”.

    Como sabe o senhor Neto que o touro se diverte? Não é sadismo divertir-se com o sofrimento de outros humanos, mesmo que estejam “bêbados”?

    Disparate que não devia ser repetido por alguém que devia usar o cérebro é afirmar que “Não há, nas nove ilhas dos Açores como na província portuguesa em geral, muitas regiões tão magnificamente preservada como o interior da Terceira. Esse milagre tem uma só origem: o toiro é o seu guardião”.

    Pense um bocadinho e consulte toda a bibliografia disponível e verifique que um dos problemas para as espécies endémicas é o seu pisoteio. Esta afirmação consta de todos os documentos oficiais relativamente à Rede Natura 2000 cujos estudos foram feitos por quem na Universidade dos Açores vem agora dizer que os touros da Terceira contribuem para a conservação da natureza. Talvez fosse verdade, se os touros terceirenses soubessem distinguir endemismos e se tivessem asas.

    José da Agualva.

    A VIDA NO CAMPO
    Tauromaquia
    por JOEL NETO

    1 de outubro de 2015
    Digo “a tauromaquia não é toda igual” e preparo-me para os protestos. Mas, de facto, não é. Na verdade, tourada à corda e tourada de praça são tão distintas que nem deveriam ter os mesmos adeptos.
    E, se calhar, não têm.
    Durante anos, ergui-me em defesa da corrida à portuguesa, mesmo não sendo um aficionado. Tradição e identidade pareciam-me primas direitas. Hoje, não me passa pela cabeça aplaudir o massacre de um toiro, embora continue a encontrar galhardia numa pega de caras.
    Não é só com toiros, este novo prurido. Ainda ontem, quando íamos a percorrer as Veredas, o Melville atirou-se tão de rompante a um canário que já não fui a tempo de contê-lo. O pássaro cambaleou, ensaiou uma descolagem e foi morrer a uns arbustos, e de repente apoderou-se de mim uma dor que noutro tempo desconheci, mas que nos últimos anos se me tornou familiar.
    Ensinou-ma o meu cão, exactamente. O mesmo que ontem matou um canário-da-terra.
    Quanto à tourada à corda terceirense, faz-se sem recurso a ferros, bandarilhas ou instrumentos de agressão. O animal é preso a uma trela e passeado estrada fora.
    O alcatrão não será o melhor piso para a sua biomecânica. Mas, no fim, é ele quem mais se diverte, ceifando bêbedos e debruçando-se às varandas.
    Depois, volta ao pasto. Tem por sua conta prados imensos, que percorre com placidez. Atravessa os caminhos de bagacina.
    Passeia-se entre a laurissilva.
    Não há, nas nove ilhas dos Açores como na província portuguesa em geral, muitas regiões tão magnificamente preservadas como o interior da Terceira. Esse milagre tem uma só origem: o toiro é o seu guardião.
    Foi em resultado dele que a paisagem resistiu. E também foi em resultado dela que ele nunca se transformou em gado de corte, ou simplesmente desapareceu.
    Eu vejo nisto uma beleza. E uma justiça.
    neto.joel@gmail.com
    Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico.
    http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=4808666&seccao=Joel&page=-1http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=4808666&seccao=Joel&page=-1

  7. Monstros Sádicos !!!!!!!!!


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