Publicado por: protouro | 23 de Setembro de 2014

A “Auspiciosa” Estreia da Empresa Tauromafiosa “Auroque”

A empresa tauromáquica “Auroque” cujo um dos sócios é o José do Carmo Reis, teve de acordo com um blogue tauromafioso uma organização desastrosa na primeira tourada que organizou.

tourada cartaxo

Afirma o dito blogue, que na tourada realizada dia 20 do corrente no Cartaxo, foi dada música aos aficionados numa noite para esquecer.

E vai ainda mais longe ao afirmar e citamos:

“Organizar uma corrida de toiros não é o mesmo que fazer a lista das compras do supermercado. Tudo tem regras e exige-se o minimo respeito pelo público que paga o seu bilhete para ver o espectáculo.
Nem sei o que dizer! Sai desanimada e revoltada com a corrida que se realizou ontem no Cartaxo. Primeiro alguns dos toiros não foram aprovados no reconhecimento por falta de peso. Segundo o espectáculo começou e os toiros para a sua substituição ainda nem à praça tinham chegado. Anúnciados estavam sete toiros e nos curros da praça estavam cinco. Os restantes exemplares ainda estavam a caminho.”

E devido a essa organização, a tourada começou depois das 22 horas e terminou às duas e meia da manhã! Se à hora que terminou ainda alguém se encontrava na praça, devia ser porque estavam distraídos com o drone que filmava a mesma, sim leram bem o Zézito contratou uma empresa especializada em drones, para filmar a tourada, de modo a mostrar aos aficionados uma perspectiva diferente da dita cuja.

Estas empresas tauromáquicas que se constituem com um capital mínimo, nascem que nem cogumelos e a prová-lo, eis que no dia 18 foi constituída mais uma que dá pelo nome de Derechazo – Sociedade Empresarial de Tauromaquia, Lda., com sede nas Caldas da Rainha.

Não tenhamos dúvidas, a proliferação destas empresas tauromafiosas, só pode ter uma explicação: benefícios, isenções fiscais ou qualquer coisa do género porque sendo as touradas uma ruína, ninguém com dois dedos de testa investiria na criação das mesmas.

Mas voltando à crítica sobre a tourada propriamente dita, algo nos chamou a atenção na referida crónica, a referência ao facto dos touros não estarem na praça e ainda estarem a caminho, o que significa que assim que chegaram, foram imediatamente toureados e isso significa que ou não passaram pelo devido reconhecimento veterinário ou que o mesmo foi feito às três pancadas. O vídeo que se segue, publicado pelo jornal “O Mirante”, mostra como é feito o reconhecimento por um veterinário que é simultaneamente delegado da IGAC.

 

Mais uma prova que tudo o que acontece neste mundinho asqueroso é feito à revelia do regulamento tauromáquico, mais uma prova que o mesmo nem para papel higiénico serve e mais uma prova, que a IGAC é um verbo de encher que só existe para prestar vassalagem aos poderosos da tauromaquia.

Prótouro
Pelos touros em liberdade


Responses

  1. gentinha rasca!

    Agora filmam o ultraje com drones…😦

    Custa tanto ver os touros nestas circusntâncias!…😥


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