Publicado por: protouro | 22 de Março de 2014

O Aficionado Alucinado

O jornal “O Mirante”, publicou a carta de um leitor que está muito preocupado com as contradições dos amigos dos animais. A carta merece ser lida, uma vez que espelha a mentalidade dos aficionados e exploradores de animais.

O Mirante 20-03-2014

Esta espístola deveria ser exibida no museu da estupidez caso existisse um, como não existe, fica para a posterioridade no nosso blogue e como lembrança que a falta de inteligência dos abusadores de animais não conhece limites.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

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Responses

  1. Não sei se já ouviram falar mas existe um pseudo-lama-budista, pseudo-médico de medicina homeopática, etc. que dá pelo nome de carlos amaral, que defende as touradas mais ou menos na mesma linha deste indivíduo que escreveu no Mirante. Advoga a criatura que cresceu perto de touros e de touradas e que isso lhe despertou o gosto pelos animais. O pior é que há muito boa gente que ainda não consegue distingui o trigo do joio e vai nas cantigas dele. O grupo central anti-tourada no facebook publicou recentemente um artigo da autoria do falso lama. Vale a pena ler…

  2. Afirma o senhor Peñascoso no texto, referindo-se aos touros …”sendo abatidos com dignidade e sem sofrimento”…
    Por esta afirmação, além de alucinado, revela-se mentiroso, ignorante, mal informado, branqueador da tortura ou tudo isto em conjunto.
    A verdade é que após a tortura imposta ao touro, antes e durante a tourada, o que sucede a seguir é:
    Retirado da arena, é imobilizado pelos cornos para lhe serem arrancadas as bandarilhas à força, com ou sem mais corte do couro e sem qualquer anestesia. O massacrado animal, exausto, ferido, sangrando, dorido, febril, é conduzido violentamente, impelido por choques de “aguilhão” eléctrico (“ae”) e confinado num curro ou num caixote exíguo. Depois, mais cedo ou mais tarde, é conduzido com mais choques de “ae” ao veículo de transporte e vai ser transportado em pânico para o matadouro. Ali continua a ser impelido pelo “ae” para um curro ou para o local do abate. O violentíssimo atordoamento é feito por um disparo que atravessa o osso frontal do crânio e vai destruír o lobo frontal do cérebro, provocando paralisia, mas não insensibilidade. Será sangrado, o que lhe vai provocar, mais tarde ou mais cedo, a morte libertadora. Esta morte só pode ser considerada digna por adeptos da tauromaquia, penso eu.

    • “O violentíssimo atordoamento” como diz o Dr Vasco Reis, é, para os aficionados, algo indolor, um tiro que o animal nem chega a sentir… Eu não consigo entender como é possível aquela gente, sabendo como nós o que sofrem os touros, continuar a defender o INDEFENSÁVEL!!!

  3. Mais uma das muitas pérolas com que os torcionários nos brindam. O Mirante parece uma sucursal do CM… literatura de cordel e com “tauro-novelas” á mistura!

    Bem haja amigos! Abraço abolicionista!

  4. Muito bom seu blog. Vou fazer divulgação dele amanhã ou na segunda em nosso blog O Grito do Bicho aqui do Brasil

    • Muito gratos Sheila.

      Saudações


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