Publicado por: protouro | 12 de Novembro de 2013

Mais Tortura Animal – Golegã Corridas de Cavalos

Os abusadores de animais continuam a procurar novas fórmulas de enriquecer à custa do sofrimento animal. No penúltimo dia da Feira do Cavalo, que teve lugar na Golegã, foram introduzidas pela Câmara Municipal corridas de cavalos.

Golega corridas de cavalos

De acordo com o presidente Rui Medinas, é uma forma de desenvolver a economia da região e até do País. E vai mais longe afirmando: “Agora é preciso que o poder político perceba que esta pode ser uma atividade económica de interesse e que crie legislação adequada.”

Apelou ainda à Santa Casa para que crie um sistema de apostas.

Será que esta gente não consegue compreender de uma vez por todas, que os animais não existem para serem sistematicamente explorados e torturados em actividades lúdicas!

E não nos venham dizer que não existe tortura nas corridas de cavalos. Os cavalos são drogados para aumentar a performance e milhares de cavalos morrem anualmente. E os que não morrem durante as corridas mas sofrem lesões são posteriormente abatidos porque já não servem para competir.

Este tipo de actividade, tal como a tauromaquia, é execrável e não desenvolve a economia nem da região nem do país bem pelo contrário não só afasta turistas como mancha a imagem de Portugal.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

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Responses

  1. Concordo completamente com esta crítica do PRÓTOURO!
    As corridas de cavalos são controladas por uma máfia terrível, que, por vaidade, por ambição, por ganância, pelo sistema de apostas, manipulam, corrompem. Cavalos são explorados, dopados, sacrificados até ao limite, sem escrúpulos.
    Infelizmente, as corridas de cavalos atraiem público pela emoção da competição, pela beleza e generosidade dos animais, e ainda pela tentação/ chegando até ao extremo do vício das apostas.
    Muito público não prima por cultura científica biológica, por respeito pelos animais, por ética, por compaixão. Deixa-se levar por curiosidade, exibicionismo, “voyeurismo”, sede de emoções, pelo gosto da aposta.
    Enfim, pouco pensarão no muito esforço, risco, sofrimento do veloz animal.
    A pouco compassiva e, talvez, pouco escrupulosa, Santa Casa da Misericórdia pode ver aí um filão para lucros num sistema de apostas.
    Os ganadeiros, ameaçados de falência pelo progressivo desinteresse do público pela tauromaquia e habituados a explorar animais, podem virar-se para aí.
    Da parte da governação não se espera a força do conhecimento, da ética, da compaixão, da decência em relação a esse extraordinário ser, o cavalo.
    O que resta para tentar evitar mais essa fonte de exploração e sofrimento para o cavalo é um competente, consequente, insistente alerta muito divulgado sobre esta desgraça que se poderia esperar!!!

    • Faço minhas as palavras do Dr. Vasco Reis e a crítica da Prótouro.

      Explorar o magnífico ser que é o Cavalo, para estas manifestações pseudo-lúdicas e bárbaras só interessa a quem não tem o mínimo de sentimentos e vê nos animais uma fonte de lucro, sem olhar ao enorme sofrimento que causa.

      Apetece dizer que esta gente sinta em triplo o que faz os cavalos sentirem neste jogo sujo, incivilizado e desadequado aos tempos que correm.


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