Publicado por: protouro | 14 de Setembro de 2013

Jornal “Público” Tenta Branquear a Imagem dos Forcados

O jornal “Público”, publicou no passado domingo, um artigo intitulado “Ser Forcado é Ser Forcado”.

forcado sinonimo de cobarde

Sinceramente quando lemos o artigo, pensámos que estávamos a ler um artigo do “Correio da Manhã”.

Porque na realidade, este é o tipo de reportagem que seria publicado pelo pasquim em questão, não por um jornal como o “Público”.

O artigo, nada mais é, que uma tentativa vã de glorificar um bando de cobardes que tem como hobby enfrentar um animal exausto, profundamente ferido e mais morto que vivo.

O artigo não expõe quem são os forcados na realidade, nem sequer tenta investigar os meandros da chamada forcadagem. Limita-se a fazer uma reportagem pobre e mal amanhada de um grupo de forcados que vão torturar animais no Campo Pequeno.

Se o jornalista em questão, tivesse intenção de publicar um artigo sério e isento, ao invés de tentar passar uma ideia “romântica” da figurinha do forcado, exporia os podres desta gente e faria uma ligação entre a violência inata dos mesmos não só contra os touros, mas também contra todos aqueles que ousam fazer-lhes frente.

O jornalista, é ao que parece, o único que desconhece que um forcado é por inerência um ser violento porque é nado e criado num mundo de violência.

Quando a comunciação social envereda por este tipo de artigos, está sem dúvida a prestar um mau serviço à sociedade porque ao fim e ao cabo está a enaltecer a violência. O nosso país já tem violência que baste e não tenhamos dúvidas que os forcados em certa medida contribuem para tal. Ao tentar passar a imagem que estes energúmenos são meninos de coro, o jornal e o jornalista estão a ser coniventes com a violência.

“Público” quem te leu e quem te lê;  ou será o “Público” lava mais branco!

Prótouro
Pelos touros em liberdade

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Responses

  1. Estes indivíduos não são heróis, valentes, e não representam um povo; são arruaceiros e malcriados capazes de se impor das piores maneiras, contudo, são idolatrados e bajulados pela ignorância. Não mereciam ser enaltecidos por um artigo tendencioso como se de um relato de estrelas de cinema se tratasse.
    Mas escrever um artigo sobre os bombeiros que valentemente combateram e combatem os fogos neste Portugal a arder eles -jornalistas do Público – não sabem ou não querem fazer. Morreram 7, duas jovens mulheres incluídas, este verão. Sinto vergonha desta tradição, e de outras, que ainda se mantêm por cá.
    No entanto, os comentários ao artigo em questão, foram mais negativos do que positivos. Acho que o Público “levou nas orelhas”, oxalá tenha aprendido a lição.


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