Publicado por: protouro | 19 de Agosto de 2013

A Desprezível “Prótoiro” Vilipendiou os Vianenses e Semeou a Violência

Os ranhosos da “prótoiro”, conseguiram encher uma praça de tortura com sádicos aficionados não de Viana, mas do resto do país, pagando para isso não só as viagens como oferecendo os bilhetes.

Pelos tempos mais próximos, vão repetir à exaustão as balelas do costume tais como: em Viana há tradição, aficionados, blá, blá, blá. A mentira propagandeada vezes sem conta a ver se cola na mente dos mais incautos.

Entretanto gastaram rios de dinheiro em publicidade, tribunal, no aluguer de um avião, etc.

E quanto deste dinheiro contribuiu para a economia vianense? Zero.

Os aficionados, provenientes de vários pontos do país, com tudo pago, quando a tourada terminou, voltaram para donde vieram sem gastar um cêntimo que fosse em Viana do Castelo.
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E como se não bastasse o facto de terem emporcalhado Viana com a sua presença, são também os responsáveis directos pela violência policial exercida sobre todos aqueles que se manifestavam pacificamente contra a realização da tourada.

Brutalidade policial Viana

Já quanto ao Ministério da Administração Interna, esperamos que explique o porquê de enviar elementos do corpo de intervenção da P.S.P. para controlar uma manifestação pacífica e acima de tudo que justifique se o conseguir, a brutalidade policial exercida sobre pessoas que exerciam um direito consagrado na lei máxima deste país, o direito de manifestação.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

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Responses

  1. Em Viana do Castelo imperou apenas a ilegalidade em 2014. As forças policiais destacadas para este triste acto ilegal mais parecia estarem a preparar-se para invadir a um qualquer país. Estiveram 35 elementos do CI a “vigiar” cerca de 70 manifestantes mantidos atrás das grades como perigosos assassinos. Para além dos 35 elementos do CI estavam também agentes da PJ no “anonimato”. Isto é Viana e claro que toda a gente sabe quem são. Não podemos esquecer os agentes da PSP que se mantiveram a “proteger-nos” e que estavam em maior número do que os “aficcionados”.
    O barraco da tortura não tinha 350 apaixonados das touradas. Foram DADOS bilhetes antes do inicio do acto ilegal (acompanhados pela mensagem: Não faz mal trazerem criancinhas), veio pelo menos um autocarro da Galiza e, mesmo assim, não estavam dentro do barraco mais de 300 seres com pernas!
    A Protecção Civil avisou sobre a falta de licenciamento. Nenhuma das taxas foi paga e nenhuma licença emitida. O Tribunal de Braga apenas autorizou a montagem da barraca, nada mais…A CMVC não autorizou nada disto.
    Pergunto eu: Se montar uma tenda a vender hortaliças para poder sobreviver a policia vai ter comigo e impede-me de prosseguir desde que eu não tenha licença. Porque é que, a um barraco para 3.500 pessoas (ou 3.200), foi permitido fazer “negócio”? Não é suposto a policia intervir na tentativa de impedir um acto ilegal? Foram as forças de segurança que falharam… foram eles que autorizaram a ilegalidade. Que nunca mais se atrevam a puxar do livrinho das multas à minha frente. Mas Darque é um sitio muito pequeno… Muita gente viu para onde se dirigiram os agentes, ainda fardados, e com quem, depois da ilegalidade ter acontecido. O CI foi-se embora… ficaram os policias de Viana. Era hora de jantar….

  2. Foi ridículo.. Prenderam-nos numa rua,fechados com grades, bloquearam todas as passagens, fecharam os olhos à violência, um senhor que estava apenas a ver foi atacado, alertamos a polícia,nem se mexeram, depois um deles foi ao local, nós apontamos quem era a pessoa que tinha agredindo o senhor, estava a uns 200 metros de nós, ele virou costas..

  3. Mais uma vez, o mostro cobarde publicamente conhecido por Prótoiro mostra a sua barriga fascista e corrupta. Enquanto o resto do país continuou em Agosto de 2013, Viana passou uma tarde em 1965. E mais uma vez as forças policiais inverteram o papel que originalmente estavam destinadas, colocando-se novamente do lado do agressor. Se a PSP fosse coerente com os seus valores, os agentes teriam desmontado a praça e processado os aficionados. Neste momento deveriam estar a julgar os cabecilhas da Prótoiro por tráfico de influências, no mínimo. Acho curioso que nas manifestações do ano passado foi possível aos activistas ir até às escadas do parlamento e nesta ficaram barrados a mais de 300 metros da praça. Há uma conclusão a retirar daqui: os aficionados têm muito mais medo dos antis que o contrário. Basta ver o ar de assustado com que eles atravessaram a manifestação e o cordão policial que movimentaram. E simplesmente nojento ver que nos vários festivais de verão nem meia dúzia de polícias se encontram (as organizações têm muitas vezes que recorrer a empresas de segurança privadas para garantirem um mínimo de integridade) e numa reles tourada a tresandar de ilegalidade estava um destacamento inteiro. Dá que pensar não é?
    O que é que os aficionados acham mesmo que os media irão falar amanhã? Do “sucesso” fabricado da tourada de Viana ou da repressão policial dos manifestantes e dos jornalistas? Tiro a tiro, a Prótoiro vai desfazendo a ténue base que ainda mantém o cadáver da tauromaquia à deriva e só a eles se podem culpar.


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