Publicado por: protouro | 23 de Fevereiro de 2013

Michael Seufert do CDS-PP um dos Peões de Brega da Indústria Tauromáquica no Parlamento

Certos políticos e deputados,  para usar uma expressão tauromáquica com a qual devem estar perfeitamente identificados,  são os peões de brega da tauromaquia.

Em vez de preparar o touro na arena para ser lidado, usam o parlamento como arena para tentar influenciar outros políticos e deputados para proteger não o cavaleiro, mas para proteger a tauromaquia.

Existem vários peões de brega no parlamento um deles é Michael Seufert deputado do CDS-PP.

Durante a discussão do estado da nação (meses atrás), a única preocupação do dito, foi perguntar ao então recém empossado secretário de estado da cultura em que se situação se encontrava o regulamento tauromáquico.

Há precisamente dois dias, durante a sua audição na Comissão de Educação, Ciência e Cultura nos termos da apreciação da política geral da Secretaria de Estado da Cultura, voltou à carga com o mesmo assunto.

Tendo em conta o estado em que o país se encontra, para este senhor o mais importante é o regulamento tauromáquico e ainda tem a distinta lata de proferir o seguinte e citamos: “De norte a sul é uma questão muito importante no país”.

Realmente o que os milhões de portugueses de norte a sul do país se preocupam mais hoje em dia é saber quando é que sai ou não sai o novo regulamento tauromáquico!!!

Tenha vergonha senhor deputado! Os portugueses não pagam o seu salário para o senhor usar o seu cargo parlamentar como moço de recados dos seus amiguinhos tauromáquicos, os portugueses pagam o seu salário para o senhor os representar naquilo que são os seus verdadeiros interesses, interesses esses que não passam por touradas ou regulamentos tauromáquicos, bem pelo contrário.

Se a única coisa que sabe fazer é ser moço de recados da indústria tauromáquica, então demita-se e já porque não é para isso que os contribuintes deste país pagam o seu salário.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Vídeo da audição:

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Responses

  1. Dó.

  2. O Parlamento Português tem destes indivíduos pré-históricos com permissão para “botar faladura”?

    Mas isto é absolutamente inacreditável.
    Temos de EXIGIR que esta gente se demita, porque Portugal não pode estar entregue a bactérias malígnas.

    Fiquei pasmada, com o “discurso” deste… PRÓTOURO, disse DEPUTADO?

  3. Este menino é um dos típicos políticos de pacotilha que infelizmente abundam no nosso parlamento. Só pelo aspecto dele (aquelas magníficas patilhas meu deus…) é de antever este tipo de perfil. Este estereotipo é um pouco exagerado confesso, mas há outro em que se encaixa perfeitamente: o estudante preguiçoso e cábula que, como não consegue terminar a licenciatura, mete-se na política para dar ar de quem faz alguma coisa da vida.
    Quando li este artigo:

    http://p3.publico.pt/actualidade/politica/3529/michael-seufert-o-estudante-de-engenharia-que-se-queixava-demais-chegou-de

    fiquei desconfiado. É que o percurso dele é de todo idêntico à maioria dos políticos nojentos que temos hoje em dia: chegam às universidades a pensar que aquilo é um prolongamento do secundário. Depois de alguns anos a gastar o dinheiro dos pais em noitadas e com apenas 2 cadeiras de o ano feitas, começa a pressão. Não dos pais pois estes orgulham-se de ter um filho que vai ser “doutor”, mas dos colegas que entretanto vão acabando o curso que ele ainda mal começou. Há que justificar a preguiça de alguma forma e para isso servem as associações de estudantes. Da associação de estudantes às jotas é um passo e o parlamento está apenas a um padrinho de distância.
    Foi este o percurso de Passos de Coelho e seria o do Relvas se as suas influências não fossem suficientes para o livras dos corredores da academia.
    Fazendo jus ao título deste artigo, este menino não passa realmente de um peão da tauromaquia. Basta olhar para o percurso académico e político da pessoa para perceber que houve muitos cordelinhos a serem puxados na sua direcção e não é preciso um génio para perceber que os puxou.
    E é assim que a tauromaquia se vai mantendo nos dias de hoje: não por vontade popular mas por manobras mesquinhas nos bastidores da política.


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