Publicado por: protouro | 12 de Dezembro de 2012

Uns Evoluem Outros Viverão Até á Morte nas Trevas

A grande maioria dos aficionados e tauricidas viverão até que a morte os leve, nas trevas e na ignorância. Não há pior cego que aquele que não quer ver e esse é o caso da maioria desta gente. Não querem ver que o touro é um ser senciente e que sofre tal como eles.
São cegos por conveniência e obtusos por convicção.

No entanto, casos existem em que aficionados e tauricidas se arrependeram e mudaram o rumo das suas vidas. Alguns deles passaram a defender aqueles que antes torturavam.

Um dos casos mais conhecidos é Álvaro Muñera, bandarilheiro colombiano, que foi colhido por um touro que o deixou tetraplégico.
Essa colhida teve como resultado mudar o rumo da sua vida. Permitiu-lhe reflectir e perceber que torturar animais não é aceitável.
Hoje é um defensor dos direitos dos animais e pugna pela abolição das touradas.

Antonio V. Moreno Abolafio, espanhol. Desde os 7 anos de idade que os pais o levavam a todas as touradas na cidade onde nasceu, Málaga. Cresceu a assistir a touradas. Foi educado, para acreditar, que o touro é  mau e os toureiros são bons. Viu morrer centenas de touros. Viu touros a chorar, a gritar/mugir de dor. Aos trinta anos de idade, pela primeira vez conseguiu ver para além de tudo o que lhe tinham inculcado desde criança. Conseguiu por fim ver o animal. Nesse dia, levantou-se e saiu da praça de touros para nunca mais voltar. Não se tornou de imediato num anti-touradas, mas sim num indiferente. Só dez anos depois se deu conta que tinha que fazer algo para acabar com um espectáculo tão abjecto e ignominioso. Hoje é presidente do Colectivo Andaluz Contra o Maltrato Animal.

Rafael Jiménez González, “Chiquilín” ex toureiro, é outro que mudou a sua maneira de pensar. Para ele “os animais sofrem, os touros têm cara de boa gente e olham-te nos olhos”. Hoje não seria capaz de matar um touro porque sente piedade deles. Afirma que viu touros a chorar. Costumava caçar todos os dias durante muito anos e hoje é incapaz de matar uma mosca. Estas afirmações foram proferidas numa entrevista dada ao jornal espanhol ABC em 28/10/2007.

Juan Fernando Echeverri Calle, jornalista colombiano, foi um grande aficionado apesar de se declarar amante dos animais. Não perdia uma tourada, foi co-fundandor de uma tertúlia chamada “El Insobornable”, não perdia colóquios, debates, etc, até que há uns anos depois de ler um artigo escrito por Alvaro Muñera o seu modo de pensar mudou. Finalmente percebeu que as touradas são crueldade e que são uma herança do circo romano. Nunca mais voltou a assistir a uma tourada.

Existem outros casos que não mencionámos, mas todas estas pessoas puseram a mão na consciência e perceberam que torturar e matar animais em nome do entertenimento é inaceitável.

Quanto a todos os outros que ainda persistem em defender o indefensável sejam eles tauricidas ou aficionados só provam que nasceram com um cérebro por engano.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

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