Publicado por: protouro | 12 de Outubro de 2012

Para “Humanizar” a Tortura Inventa-se uma Nova Puya

Modernize-se a puya, vulgo garrocha, mas continue-se a picar touros.

O picador de touros Curro Rivero, apresentou um novo modelo de garrocha.

Segundo ele tem a propriedade de retroceder ou seja é retráctil a partir do momento em que perfura o corpo do touro. Ainda segundo as suas palavras deste modo reduz-se o castigo infligido no animal.
A nova garrocha, entra até à cruzeta e quando já está dentro do corpo do animal, retrai-se e assim reduz-se o castigo.

Foi vista por ganadeiros e toureiros, o touro continua a ser picado, só que recebe o castigo que julga oportuno.

O touro recebe o castigo que julga oportuno? Só um energúmeno para não lhe chamarmos pior pode afirmar semelhante coisa.

Puya actual

Não conseguimos encontrar uma foto da invenção deste torturador de animais, no entanto, isso pouco importa, o que é importante é que estes indivíduos procuram novas formas de modernizar a tortura e porquê? Porque eles melhor que ninguém sabem a tortura que infligem a estes animais. A sorte de varas ou a pica, destroça completamente o touro e eles sabem-no e portanto tentam descafeinar ou humanizar a tortura.

Esta gente se teve uma vida passada, deve ter sido nos tempos da inquisição onde treinavam a mente a inventar novos instrumentos de tortura.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Anúncios

Responses

  1. Bem, se formos a ver a história da tortura e da pena de morte, está cheia de exemplos semelhantes a este. A guilhotina, por exemplo, foi vista como uma invenção progressista, porque permitia matar uma pessoa de forma rápida e indolor. Na realidade, não era indolor, dado que o cérebro continuava a funcionar durante uns segundos depois da cabeça ser cortada, mas a malta não sabia disso na altura…

  2. Não há palavras para classificar tal ignomínia.
    A crueldade do homem predador não tem limites.
    O cérebro de grão de areia que possui está sempre a funcionar em sentido contrário à evolução.
    Só a exterminação desta raça de “homem” poderá pôr fim a uma tão requintada crueldade, ainda que seja com uma puya falsamente “humanizada”.

  3. Como é que se pode humanizar uma prática que, na sua essência, remove toda a humanidade dos seus intervenientes?
    Este tipo de estratégias, tais como justificar as corridas de toiros com acções de beneficência, só aumenta exponencialmente o nível de hipocrisia da prática. É impossível humanizar uma actividade que é impraticável por seres humanos racionais. Eles não sabem, mas qualquer aficionado perde automaticamente o estatuto de “humano” mal entre na praça. Para mim são ainda inferiores às “coisas” a que eles insistem em comparar os touros.


Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

Categorias