Publicado por: protouro | 29 de Setembro de 2012

O Duarte Petinga, Aficionado, Teve um Pensamento… Só Um?

O Duarte Petinga, cheira-nos a sardinha, com todo o respeito que as sardinhas nos merecem, teve um pensamento!
Só um? Não podia ser uma dúzia? É que as petingas às dúzias, são mais baratas.

O Duarte Petinga, publicou o seu pensamento na página facebook da Associação de Tradições e Cultura Tauromáquica.

“PENSAMENTO DO AFICIONADO E NOSSO SIMPATIZANTE DUARTE PETINGA:

Há um aproveitamento de muita gente de misturar anti-taurinos com direitos dos animais (uma ignorância que parece virou moda), quando uma coisa nada tem a ver com a outra, isto porque o zelar pelo direitos dos animais, e´algo que assiste a todos, inclusivé pro-touradas , enquanto que os anti-taurinos são apenas e só exclusivamente contra a liberade dos aficionados irem aos touros, sendo por isso uma espécie de ditadores impondo a vontade duma minoria sobre aquela da maioria amante da Festa dos Toiros. Por em causa um espectaculo secular que faz parte integrante da Cultura e Identidade Nacional, sem conhecer a realidade que todo este envolve, é prova mais evidente e inequivoca do infeliz modus operandi anti-taurino e do lobbi que o sustenta, em que é para os aficionados perigoso estar certo quando os anti-taurinos estão errados! Pela Liberdade de ir aos Touros! Viva a Tauromaquia!”

De acordo com o senhor Petinga, existe um aproveitamento de muita gente em misturar anti-taurinos com direitos dos animais, porque segundo ele uma coisa nada tem a ver com a outra. Zelar pelos direitos dos animais é algo que assiste a todos, inclusivé aos pró-touradas!!!!

Senhor Duarte Petinga podemos fazer uma pergunta ingénua? Desde quando é que os pró-touradas zelam pelos direitos dos animais? Aliás, desde quando é que os pró-touradas acham que os animais têm direitos? E se zelam pelos animais, a que animais é que se refere? Na sua óptica existem animais e animais? Os touros não são animais? Se sim, então como é que os pró-touradas zelam pelos seus direitos? Explique-nos e faça-o considerando que nós anti-touradas somos gente muito estúpida e ignorante.

É que por mais que tentemos compreender e acredite que nós somos pessoas abertas ao diálogo e compreensivas, ainda ninguém da vossa parte, nos explicou com factos, porque é que todos os animais podem ser sujeitos de direitos à parte dos touros!

Os aficionados, publicam fotos com animais como por exemplo cães e gatos e afirmam que adoram animais e depois alegremente torturam touros. Se o touro não é um animal então é o quê? Um extraterreste?

Veja lá a diferença:

Touro

Suposto extraterrestre

Senhor Petinga, pelo seu texto, percebemos que é mais um a quem fizeram uma lavagem cerebral. Sim, porque os aficionados são sem dúvida objectos de lavagem cerebral e é por isso que desde que nascem até que morrem, insistem nas patéticas afirmações que todos nós conhecemos de cor e salteado.

Prótouro
Pelos touros em liberdade


Responses

  1. Tenho algum receio da resposta, mas ainda assim gostava de saber o que o sr Petinga quer dizer com a liberdade de ir aos touros…

  2. Muito bom

  3. Caro “Prótouro” mais uma vez parabéns pela sua abordagem e pelo blog. Excelente!

  4. Confesso que por esta altura, a maioria da ladainha aficionada entra por um ouvido e sai por outro. Como já foi anteriormente referido neste blog, é virar o disco e mais do mesmo. Mas há apenas um argumento que me incomoda profundamente, mais por ser aquele que é mais facilmente refutado: os aficionados são uma maioria!
    Há 50 anos atrás talvez lhes pudesse dar o benefício da dúvida, mas nos dias que correm, só não vem quem não quer.
    Hoje em dia, a única forma de os aficionados gerarem uma sondagem favorável para eles, é indo para a porta do Campo Pequeno em dia de touradas e limitarem-se a questionar as pessoas que entram com bilhete na mão. E nem assim conseguem uma taxa de aprovação de 100%.
    Durante os últimos anos realizaram-se inúmeras sondagens e questionários e, com o avançar do tempo, verifica-se claramente uma tendência crescente do abolicionismo por parte da população portuguesa. Em contraste com este resultado, abundam as fotografias de praças de touros vazias em dia de corrida e relatos de gente ligada à tauromaquia a queixar-se da falta de adesão do povo.
    Afirmações deste tipo mostram claramente que os aficionados vivem numa realidade construída na sua débil mente.


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