Publicado por: protouro | 5 de Setembro de 2012

O Burlesco Comunicado da “Prótoiro” sobre a Vil Agressão na Torreira

O grupelho de terroristas que dá pelo hipócrita nome de “prótoiro” emitiu uma espécie de comunicado para justificar o que aconteceu no dia 2/9 na Torreira.

Como não conseguem defender o que é indefensável usam o contra ataque sórdido que passa por uma vez mais invocar o terrorismo animalista, afirmando que nós agredimos aficionados!

Nós fazemos isso? Apresentem as provas. Mostrem lá as fotos ou os vídeos de manifestantes anti-touradas a esmurrar uns quantos aficionados, mostrem os olhinhos negros e as nódoas negras dos ditos cujos.
Quem é sistematicamente agredido pelos aficionados, são os anti-touradas e se não fosse a protecção policial, muitos de nós teríamos sido hospitalizados ou teríamos sido mortos.

Quanto a isto estamos conversados, terroristas são pessoas que torturam animais por diversão, e que não contentes com isso agridem aqueles que lutam para acabar com essa perversão.

Mas o mais importante nesse comunicado, não são esses dislates, mas sim o ataque feito ao direito de manifestação. Por um lado afirmam que respeitam esse direito e dizem que é fundamental num Estado de Direito e por outro lado questionam o facto de as Câmaras Municipais autorizarem estas manifestações.

Os tiques fascistóides deste grupelho cheiram a mofo. Exteriormente passam a imagem de democratas, interiormente não passam de fascistas que se revoltam contra tudo o que seja liberdade e direito de opinião. Algo que lhes foi roubado com a queda do fascismo.

As Câmaras Municipais não autorizam nem deixam de autorizar manifestações pelo simples facto que o art.45º da Constituição da República Portuguesa garante a todos o direito de manifestação e reunião.

Ninguém necessita de uma autorização para tal, o que é necessário é um simples aviso prévio, nada mais. Um aviso, não um pedido de autorização. Será que conseguem discernir a diferença entre aviso e autorização?

Existem pessoas que são peritas em dar tiros nos pés, uma foi o cavaleiro tauromáquico Marcelo Mendes, a outra a “prótoiro” ao defender o dito cujo.

Com este tipo de atitudes, mostram a sua verdadeira natureza e abreviam o caminho para a abolição das touradas.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

Categorias