Publicado por: protouro | 8 de Agosto de 2012

A Ética das Touradas Segundo os Pró-touradas

“ÉTICA DAS TOURADAS
“A morte do touro pertence ao toureiro, pois também a morte do toureiro pertence ao touro”.
ESTE É UM PRINCIPIO ÉTICO BÁSICO DO TOUREIO: o homem só pode tirar a vida do touro por que expõe a sua vida ao touro!!! Quanto respeito e consideração pelos touros é mostrado por aqueles que se põem diante deles, arriscando a sua vida! ” (“prótoiro”)

Extraordinário! O animal humano, vulgo homem, tem o direito de matar o touro porque o animal não humano, vulgo touro, tem o direito de matar o animal humano.

A primeira pergunta que nos ocorre, é quem é que deu o direito ao toureiro de matar o touro?
A segunda é quantos toureiros foram mortos por touros?

Se bem que a resposta à primeira pergunta é complicada, porque não conseguimos por mais que tentemos entender o que se passa na cabeça destas alminhas, a segunda resposta é facílima.

Contam-se pelos dedos das mãos os toureiros mortos ao longo dos anos. Já quanto aos touros mortos é impossível contabilizar, mas desde que existem touradas foram milhões.

Qualquer pessoa com dois neurónios funcionais, não faria semelhante afirmação sob pena de ser internada no manicómio mais próximo. Mas os pró-touradas, não têm um neurónio funcional, quanto mais dois!

A ética é o ramo da filosofia que se preocupa com o que é moralmente bom ou mau, certo ou errado, justo ou injusto. A ética pode definir-se como sendo a ciência do comportamento moral, uma vez que estuda e determina a forma segundo a qual devem agir os integrantes de uma sociedade.

Analisando as touradas, é óbvio que estas de ética nada têm. Pôr um animal numa arena e torturá-lo é um comportamento que é mau, errado, injusto e sobretudo imoral. Porque ninguém tem o direito de torturar um animal por diversão. E muito menos tem o direito de o matar.
Um indivíduo normal e bem educado sabe que torturar e matar um animal é um comportamento inadmissível em sociedade, tal como seria se torturasse e matasse um humano.

A diferença reside no facto de que a sociedade penaliza e sanciona quem atenta contra a integridade de outro animal humano e não o faz quando se trata da integridade de um animal não humano.

Nós enquanto cidadãos educados, compassivos, responsáveis e que se preocupam com o bem estar tanto dos animais humanos como dos animais não humanos, temos o dever de educar, alertar e pressionar os legisladores para que sejam feitas leis que proíbam de uma vez por todas, a aberração das touradas e todas as formas de maus tratos a animais.

Se não agirmos, se não nos mobilizarmos, dificilmente conseguiremos abolir estas práticas e em última instância seremos cúmplices pela continuação da manutenção de maus tratos exercidos sobre os animais.

Um dia os nossos filhos perguntar-nos-ão, porque é que vocês nada fizeram!

Prótouro

Pelos touros em liberdade

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