Publicado por: protouro | 7 de Agosto de 2012

Quatro Vídeos, Quatro Histórias – Os “Terríveis” Touros de Lide

Quatro vídeos, quatro diferentes histórias ou talvez não. A relação destes magníficos animais com humanos e outros animais. Touros de lide que são torturados e mortos em nome da “tradição”, “arte” e “cultura”.

A todos os que vivem, defendem, protegem, organizam e patrocinam esta ignomínia, nós só temos uma coisa a dizer, Abolição.

Não podemos continuar a permitir que em nome do negócio, do desfrute ou seja lá do que for esta indústria continue a subsistir. Enquanto que a maioria dos povos evoluem, os aficionados continuam a viver no tempo das trevas.

Machote

O Machote, um touro de lide recém nascido foi encontrado abandonado. A família que o encontrou adoptou-o e criou-o como um animal de companhia. Porém, o touro não tinha documentação sanitária, algo que não podia ter devido às circunstâncias em que foi encontrado.
Devido a tal facto, as autoridades da região de Granada, Espanha, decidiram que tinha que tinha que ser sacrificado.
O PACMA, partido animalista espanhol, fez o possível e o impossível para obter a custódia do touro sem sucesso. Todos os esforços foram em vão e o touro de lide companhia dessa família acabou por ser sacrificado.

Machote e os seus guardiões:

História de amizade entre um touro de lide e uma égua, as imagens falam por si.

Abulaga o semental amigo do homem

Bambi e Ricardo

Deixámos este vídeo propositadamente para o fim porquanto o mesmo é elucidativo no que respeita ao comportamento do touro no seu habitat natural e numa praça de touros.

Este touro de lide que interage de maneira dócil com várias pessoas, inclusive com o seu “proprietário” o toureiro Salvador Vega, tornou-se amigo inseparável de um pequeno veado. Estão sempre juntos e comem juntos.
No entanto, este animal dócil transforma-se completamente quando é conduzido para a praça de touros da ganadaria. Vejam com atenção a forma como reage ao capote e à tourinha.

Ricardo, recorda os momentos que passou naquela praça de touros. Demonstra medo e aversão e porque está isolado num lugar que neste caso ele reconhece, e do qual tem má memória, memória de sofrimento investe e ataca.

Os touros têm uma excelente memória, recordam quem os trata bem e recordam também os lugares em que foram mal-tratados e se dúvidas houvessem, este vídeo prova-o.

Estes são os terroríficos animais que vocês torturam e matam por deleite! Ponham a mão na consciência se é que a têm, e percebam de uma vez por todas que estes e todos os outros animais têm sentimentos, não são objectos como uma mesa ou uma cadeira que descartamos quando se partem ou deixam de ser utilizáveis.

Se nós lutamos contra touradas e todas as formas de exploração e tortura de animais, não é porque é moda, não é porque somos urbanos e não fomos nados e criados nos campos, não é porque queremos coartar as vossas liberdades, não é porque somos fascistas ou ditadores e todos os outros nomes com que nos mimam. É tão só, porque tal como nós, os animais, todos, merecem o nosso respeito, porque também eles têm uma vida tal como nós e porque também eles a querem viver em liberdade, sem serem torturados ou mortos.

Prótouro

Pelos touros em liberdade

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Responses

  1. Caríssimos,
    O meu contributo numa causa importante! Que a minha voz se junte à vossa e que, unidos, cheguemos mais longe, cada vez mais longe! Não basta fazer like, é preciso que VOTEM (estrelas perto do título, do lado direito), só assim será contabilizada a vossa visualização! Tenho esperança que ele chegue mais longe! Partilhem pelos vosso contactos! Força!!!

    http://www.arteseartes.info/touros-uma-tradicao-com-cultura-e-amor-81/#.UnJpq1N344M

  2. Qualquer um destes vídeos manda por terra 90% dos argumentos dos aficionados. A prótoiro que tente desacreditar a situação do Fadjen quanto quiser. Existem muito mais histórias donde essa veio.
    Hoje em dia, graças à abundância de documentação disponível na Internet, contra argumentar com um aficionado é incrivelmente fácil. Creio que neste momento a questão que resta é saber quanto tempo é que o lobby tauromáquico se aguenta à beira do precipício.


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